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segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

A Melhor dor que já senti



Já me perguntaram isso algumas vezes. Resolvi contar agora como tudo começou. Quando descobri que eu era uma mistura imutável de Desejos, Necessidades e Vontades!
No auge dos meus treze anos a vontade por aventuras e descobertas era enorme. Pelos pubianos surgindo em profusão, hormônios saltando pelos poros e algo me incomodando como se fosse uma angústia que depois descobri,  chamava-se tesão. Até então, o mais perto de sacanagem com que conseguia apenas me aliviar eram os tradicionais combates manuais embalados pelas fotos e principalmente pelo Fórum da Revista EleEla. Tocava-me muito mais fogo a leitura e a imaginação das narrativas do que as fotos propriamente ditas.
Fui passar férias no interior do Estado na casa de um grande amigo do colégio. Era ele mais velho e já iniciado nos prazeres da carne, como acontecia  com os meninos do interior onde não havia tantas outras opções. Seus pais viajando para o litoral e a casa livre para nossas estripulias.
Ocorreu um tradicional Rodeio Anual  e a Cidade estava em festa. Tudo para mim era novidade. Lugares, pessoas, comidas, fazendas, possibilidades infinitas. Festas aconteciam diariamente nos clubes e fui me soltando.
Beijos numa primeira festa, sinal de futuro promissor para os dias que ainda restavam. A juventude reunia-se na Praça Central todas as noites. Flertes, muita conversa e pouca ação e os dias passando. O garoto da Capital despertava curiosidade no plantel feminino.
Eis que numa noite de sexta-feira, após muita conversa na tal pracinha, uma das moças, aquela  mais atiradinha que sempre existe em qualquer lugar, pediu-me para irmos até a casa, pois precisava usar o banheiro. Ela era “bem mais velha” tinha 15 anos, mas já não era iniciante. Após o uso do banheiro, sem nem um pingo de romance, ela me puxou pela mão para o quarto. Lá chegando, nos atracamos em beijos. Eu pensando em tudo que havia lido sobre aquele momento tentei aplicar toda teoria com afinco na prática. Ela era das boas. Conduziu-me segura e carinhosamente ao caminho certo.



 A visão pela primeira vez de uma buceta era uma explosão de novos sentimentos. Cheiro, tato, gosto e tudo há um palmo da minha boca era pura emoção.  Chupei a moça aplicando tudo que mentalmente sabia há muito tempo. Tentando entender as reações dela e comparando com as que eu lia para saber se estava ao menos indo em um bom caminho. A julgar pelas reações, ruim não foi. Mas ela queria mais e me puxou para cima.
 A sensação de entrar numa buceta pela primeira vez e ser devidamente agasalhado me deixou tão extasiado que devo ter ficado imóvel de olhos fechados por algum tempo. De repente aquela voz feminina cortou o silencio do quarto.” Mexe, pode mexer!!” Opa! Havia esquecido dessa parte. Do jeito que estava talvez nem fosse preciso. E iniciei a mexer sempre lembrando do que havia lido. Começando devagar e aumentando aos poucos.  Num misto de tensão, tesão e ansiedade, quase falhei .  Aquele vai e vem foi surrando meu saco virgem. Muito do tesão foi se transformando numa dorzinha chata. Isso atrapalha muito!! Mesmo assim gozei num misto de tesão de por pra fora o que estava guardando há dias com alívio por cessarem as pancadinhas nas bolas.
 Já não era mais motivo de chacota dos amigos mais velhos. Foi a única foda da viagem. Nem teria condições de outra. Mas valeu demais!! Valeu a viagem toda!
Guardei duas lembranças marcantes. O beijo molhado e a dor que senti por dias pela inédita atividade. Caminhei  feito um playmobil por um tempo. A melhor dor que lembro de já ter sentido.

PS: Fica um agradecimento especial para minha inspiradora amiga e revisora oficial que me cobra que eu escreva mais e melhor! Este texto teve total colaboração dela! 

2 comentários:

deisinha disse...

Hum..Adorei

Leonardo Lobo Filho disse...

A primeira foda e inesquecível!
Leo